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Cidade do México — A abertura da Copa foi marcada por uma série de protestos nesta quinta-feira (11), nos arredores do Estádio Azteca, reunindo ao menos seis grandes grupos nas ruas da capital mexicana.

Entre os manifestantes estavam professores, familiares de vítimas desaparecidas na guerra contra as drogas, além de cidadãos insatisfeitos com o governo da presidente Claudia Sheinbaum. Os grupos entoaram palavras de ordem e realizaram atos de contestação durante o evento.

As manifestações foram reprimidas pela polícia mexicana, que utilizou bombas de efeito moral, jatos de água e outros recursos de controle de multidões. A ação provocou correria e tumulto, enquanto participantes tentavam se dispersar diante da intervenção das forças de segurança.

O cenário na capital evidenciou um forte contraste entre a celebração esportiva e a tensão social. De um lado, a cidade exibia melhorias recentes, como murais revitalizados, novos trens e a modernização do Estádio Azteca para receber turistas. De outro, comerciantes ergueram barricadas de aço ao longo das principais avenidas, em uma tentativa de proteger seus estabelecimentos dos protestos.

Os acontecimentos desta quinta-feira ressaltam o clima de divisão que acompanha o evento, colocando lado a lado festa e contestação nas ruas da Cidade do México.

Fonte: ge

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